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5 ferramentas de gestão de estoque

A gestão de estoque é fundamental para qualquer empresa e, por esse motivo, deve ser feita de maneira detalhada e com eficiência. Anteriormente, essa atividade era realizada com o auxílio de planilhas. Mas, com as novas ferramentas oferecidas pela tecnologia, mais desenvolvidas e menos suscetíveis aos erros, a gestão de entradas e saídas passou por uma verdadeira transformação. 

O que é gestão de estoque Yahoo: gestão de estoque é uma estratégia utilizada por muitas empresas. | Foto: Pixabay.

Sendo assim, contar com essas ferramentas pode ajudar na otimização do tempo dos colaboradores e, consequentemente, no aumento da produtividade de toda a empresa. 

Por isso, a seguir, aprenda mais sobre gestão de estoque e conheça as ferramentas que vão te ajudar a fazer uma gestão de arrasar!

O que é gestão de estoque?

É bem provável que em algum momento você tenha se perguntado o que é gestão de estoque. Pois saiba que gestão de estoque é uma das tarefas essenciais para quem trabalha com estoque de mercadorias, independentemente de serem insumos, produtos acabados ou matéria-prima. 

Em outras palavras, essa atividade representa a capacidade da companhia de controlar e organizar uma determinada quantidade de itens em um período definido. A gestão de estoque faz com que o gestor entenda melhor os produtos e demandas da empresa, de modo que ele seja capaz de determinar suas necessidades de compra.

Portanto, a gestão de estoque procura alcançar o equilíbrio entre armazenamento, compras e entregas. De modo que, para isso acontecer, é essencial os controles dos produtos que entram e saem. Como também a frequência com que esse processo acontece.

Nesse sentido, essa gestão também pode ser entendida como o sistema que envolve o acompanhamento do estoque a ser utilizado, a realização do inventário e metodologias de organização.

Para que serve uma boa gestão de estoque?

A gestão de estoques constitui uma série de ações que tem a finalidade de oferecer ferramentas para evitar o excesso ou a falta de mercadorias, porque esse cenário pode representar prejuízos para o caixa da empresa. 

Em síntese, ter um depósito cheio de produtos não é sinal de sucesso comercial, pois representa apenas um investimento paralisado. Sendo assim, quando seus produtos estão sobrando ou faltando, é sinal de que é preciso adotar ferramentas para melhorar a gestão do seu estoque.

Desse modo, a gestão de estoque é o segredo para o sucesso de muitas instituições. Afinal, essa gestão garante o estoque fundamental para o funcionamento da companhia, isto é, evita as faltas e excessos, mas assegura que sempre tenha o produto solicitado pelo cliente.

Segundo alguns especialistas, o fluxo de estoque ideal é aquele no qual as entradas e saídas são quase idênticas. No entanto, essa conta pode variar de acordo com o ramo de atividade da empresa. Pois, as demandas sofrem oscilações durante o ano. Assim, é necessário que a empresa tenha um depósito de segurança, porque ficar sem produtos pode impactar negativamente no negócio.

Do mesmo jeito que, eventualmente, surgem boas oportunidades. Pode acontecer de, por exemplo, a companhia conseguir ótimas negociações com fornecedores devido à compra de grandes quantidades de produtos. 

Logo, para tomar as melhores decisões e fazer uma boa gestão é essencial conhecer as peculiaridades e o funcionamento da sua empresa. Além disso, quando esse processo é realizado de maneira correta e com as ferramentas certas, é possível evitar alguns erros, como a compra de mercadorias desnecessárias apenas por estarem com preços atrativos.

Portanto, a gestão de estoques tem como objetivos: possibilitar a continuidade das operações e otimizar as ferramentas disponíveis. E isso deve resultar na diminuição dos custos e no aumento da produtividade da empresa.

Por que usar ferramentas na gestão de estoque?

É importante olhar de perto para a gestão de estoque, pois ela pode maximizar a competitividade e os lucros da empresa. De modo que, por meio de ferramentas de gestão, é possível agilizar processos logísticos, reduzir custos, otimizar as operações e aumentar a produtividade da companhia. Logo, tudo isso é convertido em métricas positivas.

Nesse sentido, as ferramentas de gestão são muito mais eficientes do que as planilhas que foram utilizadas nos últimos anos. Em outras palavras, os métodos utilizados anteriormente, aumentavam as chances de erros e, consequentemente, afetavam os cálculos de entrada e saída de produtos. Assim, repercutiam de maneira negativa nas entregas da empresa.

Por outro lado, as ferramentas de gestão chegaram para facilitar esses processos. Pois, a automatização da gestão de estoques possibilitou que o estoque ideal fosse encontrado e, assim, as companhias passaram a não sofrer com a falta ou excesso de produtos. 

Além disso, utilizando ferramentas de gestão, hoje essas empresas conseguem organizar o depósito para que o produto desejado pelo cliente esteja sempre disponível.

E saiba que não é só na moda que ferramentas para a gestão de estoque podem ser utilizadas. Esse tipo de tecnologia é muito importante principalmente na área da saúde. Pois, a gestão de estoques em ambientes hospitalares tem que ser feita com planejamento e de maneira correta. 

Afinal, qualquer erro, por exemplo, a falta de insumos, pode colocar a vida de pessoas em risco. Por isso, a organização dos suprimentos médicos é fundamental e deve ser feita com eficiência.

5 ferramentas para auxiliar na gestão de estoque

Então, agora que você já sabe o que é gestão de estoque e entende como ela é importante, conheça algumas ferramentas para te ajudar nessa tarefa!

PEPS

Essa ferramenta entende que as mercadorias mais antigas devem ser vendidas antes das mais novas, porque essa atitude evita que os produtos fiquem obsoletos. Por isso, a sigla PEPS tem o seguinte significado: “primeiro a entrar, primeiro a sair”.

Atualmente, esse é um dos métodos mais populares entre as empresas. De modo que, com o aumento constante dos preços dos produtos no estoque, esse sistema consegue valorizar as mercadorias armazenadas pelo valor mais recente do mercado.

UEPS

O UEPS é o contrário do PEPS. Logo, o significado é “último a entrar, primeiro a sair”. De modo que o produto mais recente adicionado ao estoque deve ser o primeiro a ser vendido. No entanto, essa estratégia não é recomendada para empresas que não possuem muitos produtos perecíveis. 

Além disso, é fundamental que as empresas que optem por usar o UEPS tenham métodos elaborados para que não sofram com perdas ou avarias de mercadorias.

Nesse sentido, o lucro contábil das companhias é menor, pois esse processo calcula o custo das mercadorias vendidas pelo valor dos produtos mais recentes. Por isso, essa técnica é proibida pela Receita Federal para o cálculo de Imposto de Renda, sendo utilizada apenas para objetivos gerenciais.

Custo Médio

O custo médio consiste em renovar o valor do estoque cada vez que tem a entrada de um novo produto. De modo que a média é calculada por meio da soma dos produtos novos com os antigos, dividida pela quantidade total de mercadorias disponíveis no estoque.

Essa ferramenta é essencial para as empresas que não sofrem grandes oscilações, mas é preciso adotar alguns sistemas adicionais para verificar se o estoque não está sub ou supervalorizado. Além disso, ela e a UEPS são as únicas ferramentas que não são aceitas para o cálculo do Imposto de Renda.

Just in Time

Just in Time significa “no momento exato”, em tradução livre. Logo, é um sistema que tem a finalidade de promover a redução de custos, isto é, manter a capacidade do estoque no menor nível possível para atender às demandas da companhia.

Essa ferramenta deve ser acompanhada de perto, pois a empresa precisa garantir que não perderá boas oportunidades de venda devido à falta de estoque. Por isso, é importante contar com bons fornecedores, para que os pedidos sejam atendidos com a frequência e a agilidade necessária.

Curva ABC

Essa estratégia é baseada em três pilares que estabelecem a importância de cada produto no estoque, são eles: faturamento, giro e lucratividade. 

Além disso, esses produtos podem ser classificados em: 

  • itens de tipo A (mercadorias mais importantes e de maior valor);
  • itens de tipo B (bens de valor médio que não sofrem com controles rigorosos); 
  • itens de tipo C (mercadorias menos valiosas e que, por isso, não sofrem com tantos controles).
A gestão de estoque tem sido o segredo do sucesso de muitos negócios. | Foto: Pixabay.

A gestão de estoque é, com certeza, uma tendência de moda 2021, porque ela é essencial para as empresas. Logo, o processo deve ser realizado de maneira correta para que seja possível obter os resultados desejados e, consequentemente, ter sucesso nos negócios. Além disso, a utilização das ferramentas certas é uma maneira de facilitar a atividade. Portanto, o recomendado é realizar uma pesquisa e verificar as que melhor se encaixam na situação da sua companhia.

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